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Domingo, 13 de Agosto de 2017, 22h13   (Atualizada 13/08/2017 às 22:13)

FELIZ DIA DOS PAIS! Com FESTIVAL DE PESCA...

Foto por: Milton Danzer

O homem ao se tornar pai, carrega em si a chance de ser um mundo para outro ser. Carrega autoridade, força, segurança, coragem. Sua presença na vida desse novo ser pode fazer toda a diferença e, para muitos, isso depende da escolha de efetivamente querer desempenhar esse papel e realmente crescer como ser humano.

Alguns homens, tristemente, abdicam da alegria de educar seus filhos e de fazer parte da vida e do crescimento deles. Apesar desse triste fato, nada anula o que suas presenças poderiam ter feito ou o que elas poderiam ter contribuído para o desenvolvimento das crianças, futuros adultos. 

Segundo artigo de 2010, da Associação Americana de Psicologiaas memórias de uma relação calorosa com o pai durante a infância estão diretamente relacionadas com a capacidade para enfrentar o estresse do dia a dia. Como mostra essa investigação, o pai desempenha um papel fundamental na saúde mental dos seus filhos, e isso é visível na idade adulta. Os homens que relataram ter mantido uma boa relação com o pai durante a infância tendem a ser menos impulsivos na forma como reagem aos eventos estressantes do dia a dia do que aqueles que relataram relações mais pobres.

Esse estudo pode ser um exemplo de que a influência positiva ou negativa do pai nem sempre é tão óbvia. É claro que nem todos os impulsivos assim o são por causa de seu relacionamento com o pai. Mas é uma possibilidade. O pai pode fazer maravilhas e também pode fazer grandes estragos. Tanto com sua presença quanto com sua ausência. Mas isso também acontece com a figura materna. Dependerá da maneira como cada um entender e se dedicar ao seu papel.

No site Pediatria em Foco, a autora desse artigo mostra uma análise interessante sobre o papel do pai na vida de uma criança, em que o autor faz uma breve análise da importância do pai desde os primeiros meses, mesmo que nesse tempo seja a mãe que ocupe a figura protagonista do ponto de vista do bebê. “A partir do primeiro ano de vida, o pai começa a aparecer mais. Ele representa a responsabilidade. É o contato com a realidade. O pai que ama os filhos não é somente aquele que manda, mas aquele de quem a criança tem orgulho e com quem quer se parecer. Essa admiração é o elemento de masculinidade que o pai transmite. Encontrar-se com o pai significará não somente poder separar-se da mãe, mas também encontrar uma fonte de identificação masculina, imprescindível tanto para a menina como para o menino. Isso porque a condição bissexual da psique humana (o que Jung chamava de animus nas mulheres e anima nos homens) torna necessário o casal “pai” e “mãe” para que se consiga um desenvolvimento normal da personalidade.”

O ideal? O ideal, é um pai consciente de suas possibilidades, de suas limitações, mas que não se esquiva de sua responsabilidade quando acha que pode não dar conta. Enfrenta situações controversas... Mostra coragem, vai à luta contra suas más inclinações, contra seus defeitos. Escorrega de vez em quando e não tem vergonha de, nessa hora, estender a mão na direção da mulher e pedir-lhe ajuda, afirma a autora. Age dessa maneira até sem saber que, assim, mostra uma grandeza imensa diante dos filhos que o observam. 

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/a-importancia-do-pai-na-vida-dos-filhos/
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